Se o amor é ilusão
Eu quero ser ilusionista
Se o amor é ilusão
Quero ser do tamanho
Do meu coração
Quero andar no teto
Da torre mais alta
De um castelo de areia
Construir uma cidade de papel
Quero noites eternas
E te amar em todas elas
Quero dias infinitos
Pra viver o amor mais bonito
E se o amor
É somente uma ilusão
Serei o maior ilusionista
E preencherei de amor
O teu coração.
{Luciana Sousa}
terça-feira, 29 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Diz-se o que é
O que serão esses rabiscos em minha parede?
É loucura! Responderá o Louco.
Tolice! Gritarão os tolos.
É apenas tristeza. Chorará o triste.
Sabedoria. Dirá o sábio.
E eu não sei porque dizem isso.
Não, eu não sei.
E a janela do meu quarto
Parece o quadro de um mundo abstrato.
Poesia?! Não. É Amor!
Escreverá o Poeta.
{Luciana Sousa}
É loucura! Responderá o Louco.
Tolice! Gritarão os tolos.
É apenas tristeza. Chorará o triste.
Sabedoria. Dirá o sábio.
E eu não sei porque dizem isso.
Não, eu não sei.
E a janela do meu quarto
Parece o quadro de um mundo abstrato.
Poesia?! Não. É Amor!
Escreverá o Poeta.
{Luciana Sousa}
domingo, 13 de março de 2011
moeda de sombras
Eu já matei e já morri
Fiz de tudo pra viver
Tudo que pude por você
Eu conheci os dois lados da moeda
Antes de saber pra onde ir
E foi tentando me encontrar
Que realmente me perdi
Depois de fazer planos
Percebi que não queria ir
Fui em frente muitos anos
Mas voltei pra poder seguir
Trago comigo o que vi
Todo o imaginário que construí
Faz parte do abismo que há em mim
Agora, me completo com o fim
Surge sempre uma estrada mais escura
E a luz que procuro
Está na sombra que carrego em mim
Há outra metade que não é abismo
É luz e é espelho
E faz eu ser
O lado da moeda que escolhi.
Fiz de tudo pra viver
Tudo que pude por você
Eu conheci os dois lados da moeda
Antes de saber pra onde ir
E foi tentando me encontrar
Que realmente me perdi
Depois de fazer planos
Percebi que não queria ir
Fui em frente muitos anos
Mas voltei pra poder seguir
Trago comigo o que vi
Todo o imaginário que construí
Faz parte do abismo que há em mim
Agora, me completo com o fim
Surge sempre uma estrada mais escura
E a luz que procuro
Está na sombra que carrego em mim
Há outra metade que não é abismo
É luz e é espelho
E faz eu ser
O lado da moeda que escolhi.
{Luciana Sousa}
segunda-feira, 7 de março de 2011
Menina
Eu conheço bem o teu medo, menina
É medo que meu coração já sentiu
E até falar de medo, dá medo
Só que eu preciso confessar
Menina, o medo vai passar.
Teus olhos são de quem sabe da luta
E nem o medo te faz fracassar
Menina, sinto bater em meu peito
Cada soluço frio do teu coração
E quando tens medo, há descompasso.
Menina, menina, deixa te proteger
Todos têm medo, alguns sem porquê
Mas menina, deixa-te proteger
Pega na mão, estendida à você
Menina, eu vou te proteger.
E pode não querer, não saber
Pode até desconversar e mentir
Mas você, menina, não sabe me enganar
Pois meu coração é um castelo
No qual vai sempre morar.
{Luciana Sousa}
É medo que meu coração já sentiu
E até falar de medo, dá medo
Só que eu preciso confessar
Menina, o medo vai passar.
Teus olhos são de quem sabe da luta
E nem o medo te faz fracassar
Menina, sinto bater em meu peito
Cada soluço frio do teu coração
E quando tens medo, há descompasso.
Menina, menina, deixa te proteger
Todos têm medo, alguns sem porquê
Mas menina, deixa-te proteger
Pega na mão, estendida à você
Menina, eu vou te proteger.
E pode não querer, não saber
Pode até desconversar e mentir
Mas você, menina, não sabe me enganar
Pois meu coração é um castelo
No qual vai sempre morar.
{Luciana Sousa}
Olhares perdidos no escuro
Dizendo adeus
Sem que possamos ver
Gestos perdidos no vazio
Querendo dizer algo
Que não podemos entender
Amores se perdendo sem porquê
Nos provando que histórias felizes
Também chegam ao fim
Segundos intermináveis de saudade
Vâ tentativa de matar
Um infinito querendo se prolongar.
{Luciana Sousa}
Dizendo adeus
Sem que possamos ver
Gestos perdidos no vazio
Querendo dizer algo
Que não podemos entender
Amores se perdendo sem porquê
Nos provando que histórias felizes
Também chegam ao fim
Segundos intermináveis de saudade
Vâ tentativa de matar
Um infinito querendo se prolongar.
{Luciana Sousa}
Você não pode entender o meu amor
Só o poderá compreender
Quando deixar de contar as ondas do mar
Ou as gotas de chuva que caem sobre nós.
Deixe-se viver, preocupe-se amanhã.
Despreocupe-se sem porquê.
É impossível contar as ondas do mar,
Após a que você pula outra sempre virá.
É impossível beber todas as gotas da chuva
Uma delas, no chão sempre caíra.
É impossível seguir o vento
Você sempre se perderá.
{Luciana Sousa}
Só o poderá compreender
Quando deixar de contar as ondas do mar
Ou as gotas de chuva que caem sobre nós.
Deixe-se viver, preocupe-se amanhã.
Despreocupe-se sem porquê.
É impossível contar as ondas do mar,
Após a que você pula outra sempre virá.
É impossível beber todas as gotas da chuva
Uma delas, no chão sempre caíra.
É impossível seguir o vento
Você sempre se perderá.
{Luciana Sousa}
sábado, 5 de março de 2011
Olho a minha vida lá na frente e tremo.
Tremo de medo, assumo.
Medo de um dia acordar
E ver-me perguntando:
'-O que fiz da minha vida?'
'-Que é que estou fazendo aqui?'
É medo da certeza de que o trem passou
E eu fiquei na estação.
Sabe?! Eu até gosto da estação,
Mas não se pode viver nela para sempre,
Em algum momento é preiso pegar o trem.
Ou então jogar-se na frente dele
Para evitar chegar à outra estação.
Não vale à pena, melhor é entrar,
Relaxar e curtir a paisagem.
{Luciana Sousa}
Tremo de medo, assumo.
Medo de um dia acordar
E ver-me perguntando:
'-O que fiz da minha vida?'
'-Que é que estou fazendo aqui?'
É medo da certeza de que o trem passou
E eu fiquei na estação.
Sabe?! Eu até gosto da estação,
Mas não se pode viver nela para sempre,
Em algum momento é preiso pegar o trem.
Ou então jogar-se na frente dele
Para evitar chegar à outra estação.
Não vale à pena, melhor é entrar,
Relaxar e curtir a paisagem.
{Luciana Sousa}
Ser poeta
Não é a mentira
O maior problema do poeta
Seu maior pecado
É acreditar
Nas mentiras que conta.
E sentir a dor
Quando só deveria fingi-la.
Ser poeta é quase uma doença
Para a qual não existem
Curas e nem remédios.
Ser poeta é querer sofrer,
Olhar o mundo pelos olhos da alma.
Sentir um grande amor
E não saber amar.
Sentir a dor mais forte
E sobre ela poetar.
{Luciana Sousa}
Assinar:
Comentários (Atom)