"E em minhas orações
Há somente uma questão:
-Quanto tempo falta
Até que o próximo anjo
Caia morto no chão?"
{Luciana Sousa}
terça-feira, 19 de outubro de 2010
conselhos
Quando uma voz retumba em seus ouvidos
Você deve parar para escutar o que ela diz
E eu também posso ouvir:
'Não pare agora, não desista ainda!
Pois a chuva cessou e o sol vai voltar'
Eu realmente os ouço cantar
E todos temos fraquezas
Mas não podemos deixar que sejam
Mais evidentes do que nossa força
'Precisamos de você para vencer', eles dizem.
E mesmo com lágrimas nos olhos
Sei que é verdade e não posso desistir.
Ás vezes parece que luto para os dois lados
E que nenhum dos dois faz parte de mim
Não sou mais criança, não se preocupe.
Mesmo quando acordo de um pesadelo e choro
Ainda acredito nos sonhos de outras noites.
{Luciana Sousa}
Você deve parar para escutar o que ela diz
E eu também posso ouvir:
'Não pare agora, não desista ainda!
Pois a chuva cessou e o sol vai voltar'
Eu realmente os ouço cantar
E todos temos fraquezas
Mas não podemos deixar que sejam
Mais evidentes do que nossa força
'Precisamos de você para vencer', eles dizem.
E mesmo com lágrimas nos olhos
Sei que é verdade e não posso desistir.
Ás vezes parece que luto para os dois lados
E que nenhum dos dois faz parte de mim
Não sou mais criança, não se preocupe.
Mesmo quando acordo de um pesadelo e choro
Ainda acredito nos sonhos de outras noites.
{Luciana Sousa}
terça-feira, 5 de outubro de 2010
não me deixe
Não me deixe esquecer
O tempo perdido, abandonado
Em um canto do quarto
Um livro empoeirado
Cheio de páginas em branco
Contando alguma história vazia
Não me deixe sozinha
Se o sol desaparecer
Em mais um horizonte preto e branco
Por trás da janela fechada
Ou em um retrato caído
Não me deixe chorar
Por uma dor invencível
Em um canto do quarto
Fechado, preto, branco e vazio
Não me deixe mais
Nem por um segundo
Que sozinha eu não sei quem sou.
{Luciana Sousa}
O tempo perdido, abandonado
Em um canto do quarto
Um livro empoeirado
Cheio de páginas em branco
Contando alguma história vazia
Não me deixe sozinha
Se o sol desaparecer
Em mais um horizonte preto e branco
Por trás da janela fechada
Ou em um retrato caído
Não me deixe chorar
Por uma dor invencível
Em um canto do quarto
Fechado, preto, branco e vazio
Não me deixe mais
Nem por um segundo
Que sozinha eu não sei quem sou.
{Luciana Sousa}
paredes
Só as paredes ouvem meu silêncio
E elas compactuam mudas
Sem mudar a minha dor
A diferença entre nossas diferenças
É que você não vê a minha indiferença
E suas mentiras me iludem
Eu vou acreditando em um mundo justo
E é justamente onde tropeço
Mas não há ninguém que me estenda a mão
Que diga que a dor vai passar
Só há suas mentiras
Pintadas em todas as minhas paredes
E o que mais me incomoda
Não é dor nem indiferença
É a tristeza que me bate
Saudade que quase me abate
Pra tentar entender os meus gritos
Só as paredes ouvem meu silêncio.
{Luciana Sousa}
E elas compactuam mudas
Sem mudar a minha dor
A diferença entre nossas diferenças
É que você não vê a minha indiferença
E suas mentiras me iludem
Eu vou acreditando em um mundo justo
E é justamente onde tropeço
Mas não há ninguém que me estenda a mão
Que diga que a dor vai passar
Só há suas mentiras
Pintadas em todas as minhas paredes
E o que mais me incomoda
Não é dor nem indiferença
É a tristeza que me bate
Saudade que quase me abate
Pra tentar entender os meus gritos
Só as paredes ouvem meu silêncio.
{Luciana Sousa}
Quero caminhar descalça pelas ruas de pedras, mas as ruas foram feitas para quem usa sapatos e dói meus pés quando os passos são firmes. E os passos incertos me levam à becos, estradas sem saída que me obrigam a voltar; mas não porei sapatos, não vou correr. Vou continuar, espero poder adimirar alguma paisagem.
{Luciana Sousa}
{Luciana Sousa}
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
"Num misto de suor e lágrimas sei que seguir em frente é a coisa certa, não que seja este o caminho que eu escolhi, mas pela falta de caminhos a escolher. Meus pés seguem lentos pela trilha de migalhas que outros pés fizeram e de migalahas é a existência humana de quem observa o mundo sem ter o mínimo de certeza de que é parte do mundo observado. Existir é o consolo divino dos ignorantes. Não saber viver é uma constante, mas existir é o merecimento de quem abre mão de tentar viver."
{Luciana Sousa}
{Luciana Sousa}
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