Você finge que não me vê
E eu finjo que não te quero
E numa vida de fingimento
A gente finge até ser sincero
Finge estar smpre correto
E sempre ter razão
Finge que é Deus
E que não existem leis
Finge ter soldados e escravos
E mandar até em reis
Finge que tem dinheiro
E que está sempre a sorrir
Mas eu te vi num canto
Sozinho, no sofá vazio
Chorando escondido no escuro
De nada vale viver fingindo
E não saber sentir
Nem Deus, nem soldados
Nem escravos e nem reis
Ninguém finge ser feliz sempre
Ninguém sorri quando só quer
Deixar as lágrimas caírem.
{Luciana Sousa}
quarta-feira, 5 de maio de 2010
BONECA DE CERA
Seus olhos verdes de boneca de cera
Me olhando sempre com desdém
Não entende as minhas lágrimas
Não responde à meu sorriso
Sequer enxerga as minhas feições.
Sua boca vermelha de boneca de cera
Não responde às minhas questões
Não corresponde aos meus beijos
Não questiona meus movimentos
Sua pele branca de boneca de cera
Não esquenta aos meus toques
Não percebe meus afetos
Não sente os meus carinhos
Ah, boneca de cera
Seja um dia mulher
Pra permitir-se sentir.
{Luciana Sousa}
Me olhando sempre com desdém
Não entende as minhas lágrimas
Não responde à meu sorriso
Sequer enxerga as minhas feições.
Sua boca vermelha de boneca de cera
Não responde às minhas questões
Não corresponde aos meus beijos
Não questiona meus movimentos
Sua pele branca de boneca de cera
Não esquenta aos meus toques
Não percebe meus afetos
Não sente os meus carinhos
Ah, boneca de cera
Seja um dia mulher
Pra permitir-se sentir.
{Luciana Sousa}
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